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7 hours ago
Eu já perdi a hora. Já perdi o ônibus. Já perdi amigos. Já perdi meu tempo com algumas pessoas. Já perdi às chaves do carro. Já perdi meu celular, mas nenhumas dessas perdas foi tão dolorosa como perder você. É sempre um baque, porque a gente nunca acha que está magoando. A gente nunca espera ser abandonado, deixado de lado como se fossemos uma roupa velha, mesmo quando merecemos. Apesar de serem necessárias, às perdas nunca são fáceis.
O Primeiro Amor de um Homem.    (via rubidea)

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7 hours ago
Temos que nos reinventar quase que a cada minuto, porque o mundo muda num instante, e não há tempo para olhar para trás. Às vezes, a mudança nos é imposta, às vezes, acontece por acidente e fazemos o melhor delas. Temos que constantemente achar novos modos para nos consertar. Então nós mudamos, nos adaptamos, criamos novas versões de nós mesmos. Só precisamos ter certeza de que isso é uma evolução.
Grey’s Anatomy. (via auroriar)

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7 hours ago
A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem.
Martha Medeiros.  (via rubidea)

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7 hours ago
É que o coração não pensa.
Legião Urbana. (via rubidea)

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7 hours ago
Ninguém tem todas as respostas. Às vezes, o melhor que podemos fazer é pedir desculpas, e deixar passado no passado. Outras vezes precisamos olhar para o futuro e saber que, mesmo quando achamos que vimos de tudo, a vida ainda pode nos surpreender. E ainda podemos surpreender a nós mesmos.
Gossip Girl.    (via quase-heroi)

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7 hours ago
Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.
Clarissa Corrêa.  (via quase-heroi)

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7 hours ago
E a vida continua, com ou sem qualquer um.
Caio Fernando de Abreu.  (via rejuvenescedor)

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8 hours ago
Tem que sofrer muito minha filha. Tem que perder tudo pra vê se cresce. Tem que ser burra pra aprender a não ser burra. Tem que ser largada um milhão de vezes pra vê se entende que não se cura um amor com um novo amor. Se cura com amor-próprio. É isso que te falta, enxergar de uma vez por todas que não precisa esquecer, só precisa provar para si mesmo que não vale mais a pena agir como uma idiota. Isso não é vida! E enquanto o medo da mudança for maior do que a dor de não viver, a gente não muda. Se deixa desistir. Esqueça essa vontade de querer voltar para algo que você sabe que já acabou. Faz tempo! Mude seu foco. Lhe permita a chance de experimentar um novo café!
Michael Letto  (via rejuvenescedor)

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8 hours ago
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8 hours ago
Todo mundo querendo demais e ninguém querendo de menos, isso não adianta, pois a vida é um jogo, e no jogo da vida tá faltando malícia, tá faltando coragem, e tá sobrando medo.
— Pedro Bial
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8 hours ago
Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre.
— Pedro Bial
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8 hours ago
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um cliche. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz. Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
Pedro Bial, vale a pena ler.  (via rejuvenescedor)

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